São Petersburgo – a magnífica capital dos czares

São Petersburgo – a magnífica capital dos czares

Sempre sonhei com a Rússia como contei no post sobre Moscou, e, quando planejei a minha lua de mel para lá, São Petersburgo era a cidade mais esperada. Fomos em setembro de 2010 e voltamos cinco anos depois, num fim de junho, quando pegamos as famosas noites brancas eternizadas no romance de Dostoiévski (o famoso “sol da meia noite“)! Que experiência! Ver essa cidade LINDA, 24 horas iluminada foi o máximo!

Nunca vou esquecer do nosso primeiro contato com São Petersburgo, em 2010: chegamos à noite e fomos caminhar despretensiosamente pelas margens do Rio Neva. De repente, “pá”: me deparo com todas aquela arquitetura riquíssima, com todos prédios e monumentos iluminados. A coisa mais linda! Andamos muuuuuito naquela noite porque não conseguíamos ir embora!

St. Peters, apelidinho carinhoso, tem mais “cara” de Europa que Moscou e é a segunda maior cidade do país. Situada onde o rio Neva deságua no Golfo da Finlândia, é repleta de canais sinuosos, estendendo-se por ilhas ligadas por pontes, onde encontramos palácios majestosos, edifícios barrocos, neoclássicos, e igrejas coloridas. A cidade respira arte e cultura, e é a mais cosmopolita da Rússia.

Tudo isso graças aos planos megalomaníacos do czar Pedro, o Grande, que em 1703 mandou construir São Petersburgo para aproximar a Rússia da Europa Ocidental, tornando-a a cidade dos czares. Em 1712 já era a capital do Império Russo, e se manteve assim até 1918, quando Moscou voltou a ser a capital do país por ordem do governo bolchevique, partido que assumiu o comando após a Revolução de 1917.

Mudou de nome para Petrogrado na época da Primeira Guerra Mundial (pois São Petersburgo era muito germânico e a Rússia estava em guerra contra a Alemanha), e, posteriormente passou a se chamar Leningrado, em homenagem à Lênin, depois do falecimento do líder em 1924. Somente após a queda da União Soviética, retomou seu nome original.

Viveu um triste episódio conhecido como “o cerco de Leningrado” durante a Segunda Guerra Mundial, quando os nazistas a invadiram e literalmente a cercaram por 900 dias, matando a população de fome e frio. Foi libertada pelas tropas soviéticas em 1944.

Além de rica em história, é uma das cidades mais lindas e elegantes em que já estive, que me deixa doida para voltar a cada foto que vejo! Aliás, PRECISO voltar porque em nenhuma das duas vezes que estive lá, consegui ir no Palácio da Catarina, a Grande (vou falar dele mais para frente)! Um pecado!! Não faça como eu e dê um jeito de ir, mesmo que esteja com o tempo apertado!

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Em 2010, no meu primeiro contato com São Petersburgo!

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Nós em 2010 com o Hermitage atrás

A Rússia é o maior país do mundo em extensão, e ocupa parte da Europa e parte da Ásia. Para ter uma ideia do quanto é gigante, faz fronteira com 14 países!

E óbvio que, pelo tamanho, tem grande diversidade racial e étnica, o que já deu muito conflito na história, como o recente da Crimeia. Hoje, a população é de cerca de cento e quarenta milhões habitantes, e a Rússia está ranqueada como o nono mais populoso do mundo. Só não deve ser “o mais” porque boa parte do território é simplesmente congelante (Sibéria).

A língua oficial é o russo, uma língua eslava com influência latina, que eu juro que entendo algumas coisas quando ouço. Meu marido ri da minha cara quando falo isso. Mas é que já assisti tanto ballet e entrevistas com bailarinos russos na minha vida, que de certa forma estou familiarizada com a língua kkkkkkkk!! Além disso, dei uma estudada antes de ir para a lua de mel e alguma coisa aprendi (ouvia todo dia um CD no carro: “russo para iniciantes”!)!

O grande problema é o alfabeto cirílico, que é impossível de entender. Hoje a maioria das placas (pelo menos dos lugares turísticos) já tem tradução em inglês, então dá para se virar. E, falando nisso, notei que não é todo mundo que fala inglês por lá, especialmente o pessoal mais velho. Se tiver que pedir informação para alguém, procure os mais jovens.

A moeda é o rublo russo. Pode levar euros ou dólares e depois trocar. Cartões de crédito são aceitos normalmente (pelo menos em Moscou e em São Petersburgo). A moeda é desvalorizada, mas tem uma meia dúzia ali que se deu muito bem, pois a Rússia é o país com o maior número de bilionários no mundo!

Brasileiros não precisam de visto para turistar até 90 dias. Na primeira vez que fomos, tinham acabado de tirar a obrigatoriedade do visto, mas alguns agentes do aeroporto não estavam bem informados e não queriam nos deixar sair! Eu estava tranquilíssima, porque não queria ir embora mesmo… !!! 

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Mais uma da belíssima iluminação!

Brasil – São Petersburgo
Não existem vôos diretos entre Brasil e Rússia, portanto, a melhor opção é voar com alguma companhia européia, fazendo apenas uma conexão.
Ex: São Paulo – Paris – São Petersburgo, pela Airfrance.

Aeroporto São Petersburgo – Centro
O aeroporto de Pulkovo (LED) fica a 20km do centro, cerca de vinte minutos a meia hora de carro, e não possui um trem ou metrô que o ligue ao centro.
Ônibus: existem três tipos que saem do aeroporto, mas não vão direto para o centro, vão até a estação de metrô Moskovskaya. Para ver informações, clique aqui.
Táxi: opção mais cara e confortável. Para ver quanto fica, clique aqui. Na Rússia nunca pegue qualquer táxi, existem muitos que sacaneiam o turista, portanto, prefira sempre os serviços licenciados.

Moscou – São Petersburgo
Na primeira vez em que estive na Rússia, fui de Moscou para São Petersburgo de avião, pela Aeroflot (tem também várias outras cias que fazem o trajeto).
Na segunda vez fui de trem, o que prefiro mil vezes. Lá tem um trem de alta velocidade chamado Sapsan que liga as duas cidades em, no mínimo, três horas e meia. Super pontual, prático e confortável. Clique aqui para ver, mas procure pelo Sapsan, pois a busca mostrará outros trens que levam mais tempo.

Em São Petersburgo
Ande à pé o quanto aguentar, porque a cidade é maravilhosa e uma delícia de passear!
Se você estiver hospedado na região central, perto da Avenida Nevsky Prospect, mais para o lado do Hermitage do que para o outro, não vai precisar de carro para nada.
Metrô: são cinco linhas com estações perto de todos os pontos de interesse. Tem placas em inglês, diferente de Moscou (prometeram mudar isso até a Copa).
Táxis: tome cuidado e só peça pelo hotel ou de companhias recomendadas. Muitos deles não ligam taxímetro e cobram o que querem.
Uber: usei muito na última vez em que estive lá. Foi ótimo.

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Em 2010, por um canal qualquer

Gostar mais de frio ou de calor é muito pessoal. Claro que conhecer a Rússia numa temperatura não tão baixa será mais agradável, mas a viagem ficará muito mais típica no frio, de preferência com muita neve!!

Assim, não vou falar em melhor ou pior época. Vá no verão do hemisfério norte (junho a agosto) se você não suporta frio, vá no inverno do hemisfério norte (dezembro a fevereiro) se você quer sentir na pele o tão temido inverno russo, ou vá no fim da primavera (março a maio) ou no começo do outono (setembro a novembro) do hemisfério norte se procura um meio termo (na Rússia, o “meio termo” sempre tende ao frio!).

Eu fui em meados de setembro de 2010 e os termômetros marcavam cerca de 14ºC. Depois, fui no fim de junho de 2015 e peguei um calor de suar (28ºC), além das maravilhosas noites brancas! De maio a julho simplesmente não escurece devido à posição geográfica da cidade, e você pode aproveitar a claridade 24 horas por dia! Na madrugada, o céu fica como se fosse fim de tarde.

Para conhecer o principal de São Petersburgo sem se matar de correr, recomendo ficar pelo menos quatro dias inteiros.

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Não acreditamos que pegamos esse calorão em St. Peters em 2015!

São Petersburgo está toda dividida em ilhas ligadas por pontes, e por isso me lembrou muito Estocolmo, a capital da Suécia.

As duas ilhas em que você provavelmente vai pisar, pois há atrações turísticas, são as ilhas Vasilyevsky e Zayachy. De resto, você verá todas as demais atrações no centro, na parte “continental”, digamos assim.

Passeio na ilha Vasilyevsky em São Petersburgo

Quando fomos pela primeira vez para São Petersburgo, esse foi o primeiro passeio que fizemos.

Estar nessa ilha é legal porque dá uma visão das partes mais importantes da cidade, pois você consegue ver a parte “continental” do outro lado do Rio Neva, ou seja, o museu Hermitage, a cúpula da Catedral de São Isaac e partes de outros monumentos, bem como consegue ver a Fortaleza de São Pedro e São Paulo, na ilha de Zayachy.

Além dessa visão geral, tem dois destaques nessa ilha de Vasilyevsky para serem vistos:

[] Duas esfinges do século XIV a.C., trazidas de Tebas, no Egito, em 1832;
[] Colunas Rostral: representando os rios da Rússia, são antigos faróis que guiavam navios da Marinha.

Eu ainda dei uma passadinha na ilha Petrogradsky para ver o Cruzador Aurora, que disparou o tiro que deu o start para que os bolcheviques invadissem o Palácio de Inverno em 1917, e depusessem o último czar russo (Nicolau II), abrindo espaço para que Lênin tomasse o poder (Revolução Russa). Ou seja, esse “tiro” mudou o rumo da história russa.

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Visão panorâmica de São Petersburgo, à partir da ilha Vasilyevsky. À esquerda, a Fortaleza de São Pedro e São Paulo na ilha Zayachy, e, no meio, visão da parte continental de SP.

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Nós e uma das esfinges. A outra está de frente para essa.

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Uma das Colunas Rostral

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Museu Hermitage

Antes de mais nada, é bom saber que o Museu Hermitage nasceu dentro do Palácio de Inverno, e, hoje, é o Palácio de Inverno que está dentro do Hermitage. Por isso, segue um resuminho do que aconteceu ao longo da história, pois é impossível falar de um, sem falar do outro.

História

Tudo começou em 1730 quando a imperatriz Ana Ivanovna ordenou a construção do palácio aproveitando palacetes já existentes no local. Em 1754, a imperatriz Elizabeth declarou o palácio inadequado e mandou construir tudo do zero, pois ali seria nada mais nada menos, que a residência oficial dos czares russos.

As obras terminaram em 1762, já sob o reinado de Catarina, a Grande, que ao longo do tempo foi construindo anexos ao Palácio de Inverno para abrigar sua vasta coleção de obras de arte, que não parava de crescer. Os czares que a sucederam, tomaram isso como tradição e aumentaram a coleção, marcando o início do acervo do que futuramente seria o Hermitage.

No início do século XX o Palácio de Inverno deixou de ser a residência oficial dos czares e passou a ser o primeiro museu público da Rússia.

Hoje o Palácio de Inverno é, portanto, o principal prédio do Museu Hermitage, às margens do Rio Neva. Por isso os salões em si competem com as extraordinárias peças ali expostas, ou seja, você não sabe se olha para a arquitetura/decoração ou se olha para as obras de arte. Juro que o Palácio de Inverno/Hermitage me impressionou mais do que o Palácio de Versalhes. Aliás, essa era a intenção dos czares russos: transformar São Petersburgo em uma das mais magnificentes capitais europeias. E claro que a meta sempre foi superar a França, especialmente Paris.

É legal saber também, que na época da Primeira Guerra Mundial o Hermitage serviu de hospital, e grande parte do acervo foi enviado à Moscou por segurança, retornando com a formação da União Soviética. Na Segunda Guerra, parte das peças foram enviadas para um abrigo protegido nos Montes Urais. Mas, antes de terminar o envio, a cidade sofreu o “Cerco à Leningrado”, e cerca de 12mil pessoas – dentre funcionários do museu e seus familiares – ficaram vivendo ali para proteger o patrimônio, que acabou sendo bombardeado. Com o fim da guerra, tudo foi restaurado e as obras voltaram para lá, sem perdas.

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O Hermitage à esquerda, a Coluna de Alexandre no meio, o Edifício do Estado Maior à direita

Hermitage hoje

De um lado, está de frente para o Rio Neva, e, de outro, de frente para a Praça do Palácio que expõe a Coluna de Alexandre em seu centro, monumento que comemora a vitória russa sobre a invasão de Napoleão Bonaparte, em 1812.

É formado por cinco prédios interligados: o Palácio de Inverno (antiga residência oficial dos czares), o Pequeno Hermitage (onde foram abrigadas as primeiras peças de Catarina, a Grande), o Grande (ou Velho) Hermitage, o Novo Hermitage e o Teatro Hermitage. Em frente ao Palácio de Inverno possui mais um prédio, o Edifício do Estado Maior (antiga sede de ministérios).

Esse imenso complexo constitui um dos maiores museus de arte do mundo, abrigando 3 milhões de peças russas e do mundo todo, dos mais diversos períodos da história. Diferentes czares deixaram sua marca através de suas coleções, por isso, você encontrará desde peças pré-históricas, da época egípcia e romana, dos tempos medievais e renascentistas, até o período moderno clássico, e o presente.

Inclusive, dizem que se o visitante gastar um minuto para olhar cada item, vai levar onze anos para ver tudo! Ou seja, é melhor já ter em mente o que gostaria de ver. Mesmo porque, o museu não é bem sinalizado, muitas placas identificadoras estão apenas em russo e não é fácil de acompanhar os números das salas de acordo com o mapa que você ganha na entrada (muitas vezes não coincide!). Sem um mapa e sem uma rota pré-definida, você se perde e perde muito tempo.

Sugestões do que ver

[] Madonnas de Leonardo da Vinci – coleção de arte renascentista italiana
[] Raphael Loggias – corredor copiado do Vaticano
[] O Relógio de Pavão Dourado – obra engenhosa que funciona em alguns dias da semana
[] Escadaria Jordan
[] Quadros de Monet, Van Gogh, Picasso, Renoir, Matisse, Cézanne, Gauguin
[] Sala do Trono: muito veludo vermelho e ouro
[] Vaso gigante de Jade – me impressionou!
[] Escultura O Cupido e Psiquê, de Canova

Dicas práticas

[] Compre seu ingresso online para evitar filas e perda de tempo, bem como confira os horários de funcionamento (aqui). Atenção: o museu fecha de segunda-feira.
[] Se não der para comprar online, existem máquinas de bilhetes no pátio, antes da entrada principal (pelo menos existia em 2015).
[] Existem dois tipos de bilhetes para compras online: para 1 dia, incluindo os cinco prédios; e para 2 dias, incluindo os cinco prédios, mais exposições no Edifício do Estado Maior, no Palácio de Inverno de Pedro, o Grande, e no Palácio Menshikov (esses dois últimos ficam fora da praça).
[] As salas do Ouro e Diamante do Tesouro só podem ser visitadas através de visita guiada, a ser agendada no dia.
[] A entrada fica no Palácio de Inverno, aquele prédio verde e dourado, maravilhoso.
[] Existe um aplicativo (The State Hermitage Museum) que você pode baixar no celular, que te ajuda a se localizar lá dentro e saber qual é o assunto de cada sala. Permite, ainda, criar coleções com suas obras preferidas.

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Hermitage de frente com a Coluna de Alexandre

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O corredor de Rafael Loggias – cópia do Vaticano

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Escultura O Cupido e Psiquê, de Canova

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Madonna, Leonardo da Vinci

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Renoir

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O vaso gigante de Jade (a foto está horrível…)

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A sala do trono

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Um “pedaço” do relógio de pavão dourado (como éramos ruins de foto, Jesuis!!). Dá um google pra ver que maravilhoso ele é por inteiro!

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Mais um pouquinho do luxo que é esse Hermitage

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Muuuuuuito ouro!!

Catedral do Sangue Derramado

Apesar de ter apenas pouco mais de cem anos de idade, a Catedral do Sangue Derramado (ou Igreja da Ressurreição do Salvador sobre o Sangue Derramado) é a visão mais icônica de São Petersburgo. Foi construída a mando de Alexandre III, no exato local onde seu pai foi assassinado em 1881, num estilo bem parecido com a Catedral de São Basílio de Moscou.

Vale a pena entrar para ver uma imensidão de mosaicos. São imagens e mais imagens sacras, feitas dessa arte decorativa MEGA impressionante. A igreja é linda do chão ao teto, muito ornamentada! Maravilhosa por dentro e por fora, de dia quando você consegue ver todos os detalhes, ou à noite, quando ganha uma iluminação fantástica!

Na era soviética quase foi destruída, como várias outras igrejas russas (soviéticos eram ateus). Na Segunda Guerra Mundial, durante o fatídico episódio do “Cerco à Leningrado”, os nazistas lançaram uma bomba que ficou alojada em uma de suas cúpulas, sem nunca ter explodido, ainda bem! A bomba foi encontrada 19 anos depois por funcionários da igreja.

Hoje a Catedral funciona como museu, onde se pode conhecer bem a história do assassinato de Alexandre II.

Para informações sobre dias e horário de funcionamento, bem como preço de entrada, clique aqui.

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Nós em 2010

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Mais de perto um pouquinho

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TUDO isso é feito de mosaico! Impressionante! Foto de lonelyplanet.com

Catedral Nossa Senhora de Kazan

Essa Catedral que fica bem na Nevsky Prospekt, a principal avenida de São Petersburgo, e não tem aquele estilo russo de abóbodas coloridas. Tem uma cúpula enorme sustentada por colunas enormes exibidas numa bela fachada. Dizem ser cópia da Basílica de São Pedro, no Vaticano.

Construída no início do século XIX para abrigar uma cópia da imagem da Virgem de kazan, já foi museu de relíquias militares russas e museu da história da religião e do ateísmo durante a era soviética.

Hoje voltou a ser uma igreja ortodoxa super frequentada pelos russos.

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Foto da primeira vez em St Peters, em 2010

Catedral São Isaac

Essa Catedral é uma das maravilhas arquitetônicas de São Petersburgo. A dica é subir no topo de sua gigantesca cúpula banhada a ouro, a mais de cem metros do chão, para ter a melhor vista da cidade. Da primeira vez em que estive em São Petersburgo, me hospedei num hotel bem em frente à São Isaac, e olhava para ela todo dia! Que saudade!

É a maior igreja ortodoxa da Rússia, mas hoje é apenas museu. Na era soviética virou museu do ateísmo, e, durante a Segunda Guerra Mundial, sua cúpula foi pintada de cinza para evitar bombardeios.

Para informações sobre valores e funcionamento, clique aqui.

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Na primeira vez estávamos hospedados de frente pra ela!

Catedral de São Nicolau

Essa igreja é a coisa mais linda! Toda azul e branca com dourado, no estilo barroco!

São Nicolau é o santo padroeiro dos marinheiros e a catedral foi construída na época da fundação de São Petersburgo para proteger os marinheiros da cidade, bem como para homenagear as conquistas da frota russa.

Essa é uma das únicas igrejas que continuou funcionando durante o governo soviético e se mantém ativa até hoje.

 

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Algumas igrejas ortodoxas russas exigem que mulheres cubram a cabeça. Estava só cobrindo de frio mesmo…

Fortaleza São Pedro e São Paulo

A Fortaleza de São Pedro e São Paulo, que fica na ilha de Zayachy, marca o exato local onde São Petersburgo foi fundada. Em 1703, Pedro, o Grande ergueu uma pequena cabana de madeira e supervisionou a construção da poderosa fortaleza, que visava evitar uma invasão sueca.

É na verdade, um complexo, mas a grande atração é a Catedral de Pedro e Paulo, construída entre 1712 e 1733, para ser a principal igreja da nova capital russa. Ela é a prova de que Pedro O Grande queria construir uma capital com traços bem europeus. Lá dentro estão enterrados todos os czares russos, inclusive toda família Romanov que foi brutalmente assassinada pelos bolcheviques na Revolução Russa.

Outros pontos de interesse são a antiga Casa da Moeda e a Prisão de Trubetskoy, para onde eram levados presos políticos (alguns famosos, como Leon Trotsky e Fyodor Dostoevsky também foram para lá).

Por fim, ande pelas muralhas e ganhe uma bela vista do Rio Neva e do Hermitage, situado do outro lado do rio!

Para informações sobre horários e preços de entrada, clique aqui.

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Fortaleza São Pedro e São Paulo – onde São Petersburgo começou

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A Catedral de São Pedro e São Paulo

Por dentro da Catedral – túmulos de czares

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Na parte de fora da fortaleza rola uma prainha no verão!

Teatro Mariinsky

O Teatro Mariinsky que sedia o Ballet Mariinsky (chamado de Kirov na era soviética) foi o meu segundo motivo para passar a minha lua de mel na Rússia (o primeiro foi o Bolshoi, como contei no post sobre Moscou). Assisti ballets espetaculares nas duas vezes em que estive na cidade. De arrepiar!

Construído por ordem da Catarina, a Grande, abriu suas portas somente em 1860, depois de intermináveis reformas. Virou palco de diversos clássicos do ballet, da música clássica e da ópera. Nomes consagrados como os compositores Tchaikovsky e Prokofiev, e os bailarinos Anna Pavlova, Vaslav Nijinski, Rudolf Nureyev e Mikhail Baryshnikov passaram por esse espetacular teatro.

Por fora é uma graça, em tom verde claro. Por dentro, o foyer e seus corredores lembram muito o Bolshoi: elegante, mas menos pomposo do que eu pensava ser.

Compre seu ingresso pelo site oficial com antecedência se quiser ver uma obra muito concorrida num bom lugar. As regras são as mesmas que expliquei no post sobre Moscou, quando falo do Teatro Bolshoi. E cuidado ao comprar, pois algumas peças são apresentadas no novo palco do Teatro Mariinsky (outro teatro, num novo endereço, muito mais moderno e tecnológico). Eu fui nos dois, mas é muito mais legal assistir a uma ópera ou ballet no palco original, né?!

Teatros como esse na Rússia pedem um look mais formal. Não precisa ir de longo, mas é de bom tom se arrumar. Os russos se arrumam bem para ir ao teatro.

Para mais informações e compra de ingressos, clique aqui.

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Teatro Mariinsky por fora

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Por dentro

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Em 2015, com a famosa cortina que eu sempre via nos DVDs de ballet!

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Eu que nem tonta sozinha na plateia, aplaudindo até o ÚLTIMO minuto a maravilhosa da Uliana Lopatkina, em La Bayadère!

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O novo Teatro Mariinsky – muito mais moderno

Prefiro o palco antigo, mas queria conhecer o novo também!

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Espetáculo O Corsário, perfeito!

Teatro Mikhailovsky

Aberto em 1833, é um dos mais antigos e belos teatros da Rússia. Originalmente não tinha sua própria companhia, recebia companhias de fora que se apresentavam ali.

Foi fechado na época da Revolução Russa e mudou mil vezes de nome desde então. Apenas em 1930 ganhou sua própria companhia de ballet, que é boa por sinal, mas nada comparado ao Bolshoi ou ao Kirov. Assisti ao Lago dos Cisnes na primeira vez em que estive em São Petersburgo. Lembro que o teatro estava lotado de chineses e a maioria dormiu o espetáculo todo, rs.

Se você quer ver um ballet russo em São Petersburgo e não faz questão que seja o Kirov, vale a pena ver o Mikhailovsky.

Para compra de ingressos, clique no site oficial.

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Na plateia, em 2010

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Encontre os 6 chineses dormindo nessa foto kkkkk

Passeio de barco pelos canais

São Petersburgo possui muitos canais devido a sua proximidade com o mar, e navegar por eles, além de ser uma delícia, possibilita admirar a cidade por outro ângulo.

Pegue um barco em um dos canais que cortam a avenida Nevsky Prospekt e fique boquiaberto com a beleza de São Petersburgo!

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Passa pelo Hermitage…

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Pela Catedral do Sangue Derramado…

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Pela Fortaleza de São Pedro e São Paulo e muito mais…

Avenida Nevsky Prospekt

A mais importante avenida de São Peterbsurgo é repleta de lojas venedendo souvenir, lojas normais, palácios, igrejas e hotéis de luxo. Mesmo que você não queira comprar nada, vale a pena caminhar por ela para sentir a atmosfera, e olhar alguns dos mais bonitos edifícios da cidade!

Palace Bridge 

Essa é aquela famosa ponte levadiça que abre à noite e fecha só no dia seguinte. Fica atrás do Museu Hermitage. Na nossa primeira vez em São Petersburgo conhecemos do nada um brasileiro maluco (que por muita coincidência era conhecido do meu irmão da faculdade), que ficou do lado errado e dormiu na rua. Também não precisava tanto, né? Era só pegar um táxi e chegar no hotel (ou sei lá onde ele estava hospedado), mesmo dando voltas a mais.

Museu da Vodka

Através de audio guide, garrafas de vodka e bonecos de cera, você aprende sobre o plantio dos grãos que originam a bebida, sobre como é o processo de destilação, e sobre como os russos bebiam antigamente e como bebem hoje (gelada e em copinhos que parecem uma mini taça). Você verá, também, o papel desempenhado pela bebida ao longo da história, especialmente nas Grandes Guerras Mundiais.

No final tem uma degustação com 3 tipos de vodka, e de uns queijos para você não sair torto de lá.

Não achei um passeio imperdível, achei bem fraco por sinal.

Para mais informações, clique aqui.

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Esse é o copinho que eles bebem vodka. E sempre gelada!

Fabergé Museum

Esse museu é novo em folha: abriu em 2013, mas já é um super destaque na cidade. Quero muuuuito conhecer, sou apaixonada por aqueles ovinhos lindos e trocava fácil os chocolates da Páscoa por um deles, hehehe!!

Trata-se de um museu privado, fundado pela organização Cultural Times e Historical Foundation, que desde 2004 cuida da repatriação de itens de interesse cultural da Rússia. Eles já conseguiram trazer de volta para o país mais de 4mil peças decorativas, dentre elas, jóias do celébre joalheiro Carl Fabergé, que criou os maravilhosos “ovinhos”!! No acervo os mais valiosos são os “ovos imperiais”, criados para os dois últimos imperadores russos (Alexandre III e Nicolau II).

O museu fica num palácio neoclássico grandioso e maravilhoso que já vale a ida (tudo na Rússia é assim!).

Você tem que comprar antecipadamente sua entrada, e a visita é guiada.

Clique aqui para agendar, e para mais informações.

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Ovos Fabèrge. Foto de joiasinvogue.com

Peterhof

Não sei por onde começar a falar desse palácio colossal, que foi o mais esplendoroso que já visitei na vida. E olha que já vi palácio na Europa pra dedéu!

Peterhof foi criado pelo czar Pedro, o Grande, para ser residência de verão e local de recepções. O nome significa “a corte de Pedro”. A localização do palácio foi estratégica: no Golfo da Finlândia para ter fácil acesso à Europa. Aliás, quando você chega de barco no Palácio, se estiver um tempo aberto, consegue ver a Finlândia do outro lado!

Como já comentei, ele se espelhava na França, e queria fazer com que São Petersburgo superasse Paris nos quesitos beleza, grandiosidade, luxo e ostentação. Criou Peterhof para impressionar mais que o Palácio de Versalhes. E conseguiu, na minha opinião.

Peterhof, erigido de 1714 à 1725, é na verdade um complexo, composto de palácios, pavilhões, capelas, jardins e fontes, onde, mesmo passando um mês, você não vai conseguir absorver todos os detalhes e todo ouro. Estive lá duas vezes e na segunda vez o choque foi o mesmo da primeira. É muita informação num lugar só!!

Logo na chegada (depois de andar por um looongo canal que se inicia no Golfo da Finlândia), você dá de cara com a Grande Cascata, a fonte mais espetacular do complexo, composta de dezenas de estátuas douradas e fontes que jogam água para cima, sem bombeamento, apenas com a diferença de elevação dos jardins.

Logo atrás, fica o Grande Palácio, que por dentro é um desbunde, repleto de salões suntuosos e ricamente decorados. O interior tem forte influência da filha de Pedro, a imperatriz Elizabeth, que, inclusive, ampliou o palácio, e gostava desse estilo de decoração bem carregada, com muito ouro e muito enfeite. Catarina, a Grande, também passou por esse palácio e há salas decoradas de acordo com o seu gosto, como a Sala do Trono e a Sala de Chesma.

Outro destaque é o pavilhão Monplaisir, que foi o primeiro edifício do complexo a ser construído e que foi a residência de Pedro, enquanto o Grande Palácio servia apenas para recepções.

Para chegar lá, o jeito mais fácil e prático é pegando o barco Peterhof Express, que faz a travessia em cerca de meia hora e sai das margens do Rio Neva, do ladinho dos fundos do Hermitage.

Para informações sobre o Peterhof, clique aqui.

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Atrás de mim, o canal que leva até o Golfo da Finlândia

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A Grande Cascata – água não é bombeada. Foto de fim de junho de 2015

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Em setembro de 2010, bem mais vazio…

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Monplaisir, a residência de Pedro, o Grande

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Uma fonte “qualquer”!!! Caminhando por fora do palácio, é cheio de lugares assim!

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E lugares assim…

Palácio de Catarina

Fica no subúrbio de São Petersburgo a cerca de 40 minutos do centro de carro, num distrito chamado Pushkin, em homenagem ao poeta. É acessível de trem também (cerca de uma hora do centro de São Peters).

Esse Palácio remete à Catarina II, a Grande, mas foi construído a mando de Catarina I, em 1717. Sua sucessora, a imperatriz Elizabeth, filha de Pedro, o Grande, repaginou todo o Palácio, no estilo “rococó”, seu preferido. Quando Catarina II, a Grande, subiu ao poder, achou toda aquela opulência fora de moda (leia-se brega, rs), e remodelou tudo ao seu estilo (mais neoclássico).

O palácio e os amplos jardins valem a visita, mas o grande destaque é a mundialmente famosa sala âmbar, inteirinha adornada por painéis feitos de âmbar (resina fóssil produzida por um pinheiro da Escandinávia), um presente do rei da Prússia à Pedro, o Grande.

Na Segunda Guerra Mundial o Palácio foi severamente destruído e dizem que até hoje não acabou de ser restaurado. Quanto à sala âmbar, esta foi desmontada pelos alemães e levada para um palácio na Alemanha, desaparecendo após um incêndio!!!! A nova sala foi inaugurada apenas em 2003 e o que você vê hoje é uma reprodução.

Para informações, como dias e horários de funcionamento, clique aqui.

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Sala âmbar. Foto de baltic-vacation.com

Antes de começar a listinha de restaurantes, vou fazer uma lista de alguns pratos russos que valem ser experimentados, que já coloquei no post de Moscou:

Borscht: Sopa de beterraba com tomate, legumes e carne, servida com sour cream por cima.
Blini: uma panquequinha de massa bem fina, servida com uma variedade enorme de recheios. Uma boa pedida é provar com caviar e já matar dois itens bem russos.
Pelmeni: parecido com um capeletti, é uma massa recheada com algum tipo de carne (porco, vaca). Já vi de cogumelos também.
Salada Olivier: é a famosa maionese de batatas! Uma mistura de legumes com maionese.
Estrogonofe: pedaços de carne e cogumelos, com creme de leite. Bem parecido com o nosso.

E, para acompanhar, muita vodka, com ou sem sabor!

Não lembro de todos os restaurantes que fui em São Petersburgo nas minhas duas passagens pela cidade. Ou até lembro, mas é impossível saber agora os nomes e localização. Lembro de alguns porque tenho fotos, mas dos que não tirei, já era… como disse, nem sonhava em escrever esse blog quando viajei para a Rússia…

Então vou listar aqui os que lembro, e também alguns que gostaria de ir numa terceira visita à São Petersburgo.

Ah, uma coisa que me marcou, é que fomos algumas vezes em restaurantes japoneses e sempre tinha comida italiana no menu. Nunca entendi o porquê disso, mas tudo bem. Aliás, lembro que cheguei a comer um sushi de pizza! E era maravilhoso!!!

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Olha lá o sushi e o macarrone!!

Stroganoff Steak House

Esse foi o primeiro restaurante na nossa primeira noite na nossa primeira vez em São Petersburgo, rs! Tínhamos que começar com algo bem tradicional!

O strogonoff na versão russa dispensa o creme de leite e leva sour cream. Não tem cogumelos e nem arroz, e é acompanhado de batata.

O restaurante é turístico, mas a comida é boa e o ambiente é uma graça, parece uma taverna. Eu comi um salmão da Noruega que estava excelente, pois não como carne.

Para mais informações, clique aqui.

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O Strogonoff do Daniel!

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Bem bonitinho o lugar!

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O copinho de vodka gelada!

The Repá

Esse restaurante de cozinha russa reinventada fica a três minutos à pé do Teatro Mariinsky, e foi inaugurado no lugar do famoso restaurante Backstage, onde os artistas se reuniam depois dos espetáculos.

O interior é bem moderninho, com referências às artes e à artistas consagrados, como as bailarinas Maya Plisetskaya e Diana Vishneva.

Aqui, o intuito do chef Igor Zorin é relembrar gostos russos esquecidos, acrescentando algo novo, sempre com ingredientes autênticos e sazonais. Achei interessante que esse restaurante tem uma extensa carta de vinhos russos (nunca experimentei um vinho russo!).

Quando fui ao Mariinsky pela primeira vez, em 2010, procurei o Backstage mas já havia sido fechado… agora quero ir no Repá!

É aconselhável fazer reserva (clique aqui).

Il Lago Dei Cigni

Se eu já quero ir no Repá porque possui elementos que remetem à dança, imagina em um restaurante que chama O Lago dos Cisnes e que está na beira de um lago (espero que com cisnes, rs)?!! E, como se não bastasse tudo isso, é de culinária italiana e super bem recomendado? Preciso voltar logo pra Rússia!!!

O único inconveniente é que esse restaurante fica um pouco afastado do centro, em outra ilha.

Nesse restaurante também é melhor fazer reserva (clique aqui).

Casa Singer

Conhecida como a Casa dos Livros, é um prédio belíssimo na avenida Nevsky Prospekt, construído para a empresa Singer de máquinas de costura, no começo do século XX.

Embaixo é uma famosa e antiga livraria, e, em cima, o Café, com vista para o movimento da Nevsky e para a Catedral de kazan. Tem que dar sorte para conseguir uma mesa colada na janela, pois o lugar é super turístico e concorrido.

Vale mais para tomar um café e comer uma sobremesa apreciando a vista, do que para almoçar ou jantar. Quando fui em 2015, comi uma salada bem sem graça.

Yeliseev Emporium

Essa baita mercearia foi originada pelo mesmo milionário russo que abriu a Gastronomia Eliseevsky em Moscou, e é tão luxuosa e opulenta quanto. Mesmo que você não queira comprar nem tomar nada, vale entrar para dar uma espiadinha na belíssima arquitetura e decoração inusitada.

Por fora já chama muito a atenção pela sua vitrine, que é cheia de bonecos enormes coloridos se movimentando (parece aquelas coisas de Natal). Dentro, também é bem espalhafatoso: tem árvores tropicais, tem um abacaxi imenso bem no meio do salão, tem piano, e tem vitrines vendendo doces que enchem os olhos, além de mil vitrines vendendo outras guloseimas. Você pode comprar para levar, ou sentar para ser servido.

Não façam como eu que escolhi um doce pela beleza, sem perguntar o que era exatamente, rs. Vi um creme verde no meio, achando que era menta ou pistache, e era manjericão! A combinação de chocolate com manjericão ficou horrível (para mim). Tenho certeza que tinham doces muito melhores.

Além disso, lá você encontra produtos de empório, como bebidas alcoólicas, especiarias, azeites, molhos, e vários outros produtos importados ou não, de muita qualidade. Legal para levar de lembrança um produto russo, como vodka ou caviar em lata.

Lá dentro também tem restaurante no subsolo, mas não experimentei.

Para mais informações, clique aqui.

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O abacaxi bem no meio!!

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A vitrine

melhor opção é ficar nos arredores da Avenida Nevsky Prospekt, para o lado em que está o Hermitage, pois você conseguirá visitar as principais atrações à pé.

Na primeira vez em que estive na cidade fiquei no Hotel Angleterre, que precisava urgente de uma repaginada (o ponto forte era a vista para a Catedral de São Isaac), e na segunda vez, fiquei num hotel chamado A Boutique, numa travessa da Avenida Nevsky Prospekt, no mesmo estilo do segundo hotel de Moscou que contei lá no post: ocupava alguns andares de um prédio comercial normal. O quarto era minúsculo e não tinha elevador, ou seja, péssimo e não recomendo.

Aliás, não recomendo nenhum dos dois hotéis em que já me hospedei em São Petersburgo.

Recomendo: Kempinski Hotel Moika, Rocco Forte Astoria (opções bem localizadas mais acessíveis), e Belmond Grand Hotel EuropeFour Seasons Hotel Lion Palace (boas opções mais caras).

Segue um mapinha com todos os lugares, restaurantes, hotéis, etc que coloquei aqui no post. Os pins azuis são os locais de interesse para montar um roteiro dia a dia. Boa viagem!


Fim de mais uma viagem (ou melhor, duas!)! Amei São Petersburgo e prova disso, é que voltei (e quero voltar de novo, e de novo!).

Como a Rússia é monumental! Isso que conheci apenas duas cidades desse país gigantesco! Ainda tem muuuito mais o que conhecer!

Beijos, Thaís 

thaisnatale

thaisnatale

Meu nome é Thaís, sou advogada e estou sempre planejando as próximas viagens. Já estive em mais de cinquenta países e resolvi criar esse blog a pedido da família e amigos que sempre me pedem dicas e ajuda com os roteiros. E, como gosto de escrever, decidi atender aos pedidos! Sejam bem vindos e espero muito que as minhas dicas e experiências ajudem! Boa leitura!!!

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